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13/08/2026

Banco do Brasil lucra R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre, alta de 3,3%


Resumo
 - O Banco do Brasil lucrou R$ 3,9 bilhões no 2º trimestre de 2026, alta de 3,3%, em resultado que exclui eventos extraordinários, segundo o balanço.
  - A margem financeira bruta chegou a R$ 27,5 bilhões, avanço de 9,6%, puxada por receitas de crédito, sobretudo em operações com pessoas físicas, informou o banco.
  - A carteira de crédito expandida passou de R$ 1,3 trilhão (+1,5% em 12 meses); inadimplência acima de 90 dias foi 5,61% e o RSPL ficou em 8,3%.

O Banco do Brasil, banco que oferece crédito, serviços financeiros e produtos para pessoas físicas, empresas e agronegócios, lucrou R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 3,3%, informou a companhia em seu balanço. Este resultado exclui eventos extraordinários do trimestre.

Destaques do trimestre
Lucro líquido: R$ 3,9 bilhões (+3,3%)
Margem financeira bruta: R$ 27,5 bilhões (+9,6%)
Carteira de Crédito Expandida: superior a R$ 1,3 trilhão (+1,5%)
RSPL: 8,3%
Índice de inadimplência acima de 90 dias: 5,61%

Margem financeira bruta atingiu R$ 27,5 bilhões, alta de 9,6% em um ano. Segundo o banco, o avanço foi impulsionado pelas receitas de crédito, especialmente nas operações com pessoas físicas.

A Carteira de Crédito Expandida ultrapassou R$ 1,3 trilhão em junho de 2026, informou o banco. O volume cresceu 1,5% em 12 meses, de acordo com a companhia.

O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 5,61% ao fim de junho. O retorno sobre o patrimônio líquido, medido pelo RSPL, foi de 8,3% no período.

As despesas administrativas somaram R$ 10,1 bilhões no trimestre. O valor subiu 0,6% ante o trimestre anterior e 4,1% em relação ao mesmo período de 2025, em meio ao investimento em pessoas e tecnologia, segundo a companhia.

No primeiro semestre, o lucro líquido ajustado realizado foi de R$ 7,3 bilhões. Para 2026, o banco projetou lucro líquido ajustado entre R$ 18 bilhões e R$ 22 bilhões.

O que diz o Banco do Brasil
O banco afirmou que suas projeções corporativas refletiam as expectativas atuais da administração. "As Projeções Corporativas refletem as expectativas atuais da Administração e não constituem garantia de desempenho futuro", afirmaram os administradores. (Fonte: UOL)

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